SINDIFES-MG marca presença no Fórum de Mulheres na Saúde promovido pelo Ministério da Saúde

Sindicato representou os Técnico-Administrativos em Educação da UFMG, CEFET-MG, UFVJM e IFMG em encontro nacional de construção coletiva de políticas públicas para a saúde feminina

O Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino de Minas Gerais (SINDIFES-MG) esteve presente, na quarta-feira, 29 de abril de 2026, no Fórum de Mulheres na Saúde, evento promovido pelo Ministério da Saúde. A participação reafirma o compromisso da entidade com a defesa dos direitos das trabalhadoras e a representação ativa dos Técnico-Administrativos em Educação (TAE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG), da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG).

O fórum integra uma agenda nacional permanente do Ministério da Saúde que percorre os estados brasileiros com o objetivo de ampliar a participação social na formulação, no monitoramento e na avaliação de políticas públicas voltadas à saúde feminina. Coordenado pelo Ministério da Saúde em parceria com o Ministério das Mulheres, o espaço tem caráter consultivo e propositivo, e aborda temas como saúde sexual e reprodutiva, atenção ao parto e pós-parto, menopausa, saúde menstrual, violência de gênero, saúde mental e prevenção de câncer.

O encontro do dia 29 de abril reuniu gestoras, especialistas, representantes de entidades sindicais e movimentos sociais para debater as políticas de saúde voltadas às mulheres, compartilhar experiências e construir coletivamente caminhos por mais equidade, cuidado e direitos. A presença do SINDIFES-MG ressalta o papel estratégico dos sindicatos na articulação entre trabalhadores e instâncias de construção de políticas públicas.

Para o SINDIFES-MG, a participação em fóruns dessa natureza é parte essencial de sua atuação como entidade representativa. Com uma base composta majoritariamente por mulheres, o sindicato entende que a luta por melhores condições de saúde no trabalho passa também pelo fortalecimento das políticas públicas de saúde feminina fora dos muros das instituições.

As mulheres representam 70% da força de trabalho no setor de saúde e são a maioria das usuárias do sistema, mas ainda enfrentam desigualdades estruturais de gênero, raça e classe — realidade que se reproduz também no ambiente das instituições federais de ensino e que torna a presença sindical nesses espaços ainda mais necessária.

Com informações do Ministério da Saúde, Agência Brasil e OPAS/OMS

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