Greve Geral nesta terça, 13, movimenta trabalhadores e estudantes em defesa da Educação Pública. Confira a Agenda

Para repetir as grandes mobilizações que a Central Única dos Trabalhadores (CUT), demais centrais, UNE e movimentos sociais vêm fazendo desde abril contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 06/2019 e cortes na educação, a CUT decidiu se somar à mobilização da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) no dia 13 de agostoDia Nacional de Mobilização, Paralisações, Assembleias e Greves Contra a Reforma da Previdência, em Defesa da Educação Pública e por Empregos. Em Belo Horizonte, o ato terá concentração a partir das 16 horas, na Praça da Assembleia Legislativa.

Clique aqui para baixar o cartaz de setor fechado.

PROGRAMAÇÃO- 13 de Agosto

UFMG CEFET-MG
9h – Salão Nobre do CAD I (campus Pampulha) – Debate sobre o “Future-se”
14h – Saída dos ônibus para o Ato na Praça da Assembleia  – Ponto em frente a FACE
15h – Concentração na Praça da Assembleia de Minas Gerais
16h – Saída da Passeata rumo a Praça Sete
13h – Oficina de Cartazes no Hall do Prédio Administrativos do Campus I
14h30 – Saída do ônibus para a Praça da Assembleia
15h – Concentração na Praça da Assembleia
16h – Saída da passeata rumo a Praça Sete

A decisão sobre as manifestações por todo país no Dia Nacional de Mobilização foi tomada no dia 15 de julho, em São Paulo, na reunião entre diretores das CUT’s nos Estados e dos Ramos. Os dirigentes também aprovaram um calendário de lutas. Segundo o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre, ficou claro nos debates durante toda manhã que a pressão e a luta feitas até agora foram importantes para amenizar as maldades do governo de Jair Bolsonaro (PSL) contra a classe trabalhadora, mas a reforma ainda têm pontos muito cruéis e a luta precisa continuar.

“E para fazer uma grande mobilização no dia 13 é preciso manter o ritmo de pressão nos parlamentares em suas bases, nos municípios onde eles moram e foram eleitos, nos aeroportos e no Congresso Nacional”, reforçou Sérgio. O dirigente disse, ainda, que é preciso continuar intensificando a coleta de assinaturas para o abaixo-assinado contra a reforma da Previdência porque é uma ferramenta importante de diálogo com a população.

Segundo Sérgio, nas conversas com a sociedade os dirigentes e militantes não podem dizer apenas que a reforma da Previdência é ruim, tem de dar detalhes, exemplos de como as mudanças podem afetar a vida de cada um.  “Temos que falar com os trabalhadores e as trabalhadoras sobre os pontos que afetam de fato a vida do povo, entre eles, a redução do valor da pensão das viúvas”.

Os diretores e as diretoras das CUT’s nos Estados e nos Ramos definiram o dia 13 de agosto como mobilização nacional, mas estarão de olho e atentos na agenda do Congresso Nacional. Na avaliação deles, há uma disposição dos parlamentares em votar a proposta de reforma da Previdência de Bolsonaro (PSL) entre os dias 5 e 8 de agosto. A reforma precisa ser aprovada pela Câmara em dois turnos, antes de ir para o Senado. Na quarta-feira (10), foi aprovada em primeiro turno. O segundo turno ficou para depois do recesso.

“Estaremos de olho na movimentação em Brasília e prontos para qualquer mobilização contra a retirada de direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras. E até agosto não sairemos das ruas nem das redes pressionando os deputados e deputadas para votar em defesa de uma aposentadoria digna para o povo”, finalizou Sérgio Nobre.

 

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Disponível em <https://sindifes.org.br/sindifes-e-adufvjm-convoca-servidores-da-ufvjm-para-assembleia-conjunta-sobre-nomeacao-do-reitor-e-future-se/> Acesso: 20/08/2019 às 22:47