SINDIFES convoca Categoria para Paralisação Nacional em Defesa da Vida e Contra a Reforma da Administrativa no dia 24 de março

O SINDIFES convoca os Técnico-Administrativos em Educação de sua base para a Paralisação Nacional em Defesa da Vida e Contra a Reforma Administrativa no dia 24 de março, quarta-feira. A mobilização e paralisação é coordenada pela FASUBRA Sindical, FONASEFE (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais), CUT e demais entidades do serviço público.

A paralisação tem como objetivo mostrar ao governo federal e a sociedade a necessidade urgente de vacinar toda a população, impedir a reforma administrativa e garantir um auxílio emergencial apropriado à parcela mais carente da população até o fim da pandemia. 

Vacina para todas as idades

Na última sexta, dia 19 de março, o Brasil chegou a registrar 2.730 mortes por COVID-19 em 24h. Dos mais de 200 milhões de habitantes, apenas 10 milhões receberam a primeira dose da vacina, enquanto cerca de 4 milhões receberam as duas doses conforme os dados levantados pelo consórcio dos veículos de comunicação brasileiros. 

Com as redes hospitalares públicas e particulares próximas ao colapso, sem oxigênio e até mesmo medicamentos para intubação dos pacientes contaminados pelo COVID-19, governadores e prefeitos estão decretando medidas restritivas de circulação, inclusive com toque de recolher.

A vacina e o isolamento social são as únicas medidas que o país precisa para lutar contra a pandemia, porém, o governo genocida, pouco tem feito para disponibilizá-la na quantidade e tempo necessário para imunizar a população brasileira.

Reforma administrativa é um ataque ao serviço público

A PEC nº 32/2020 é um ataque direto aos serviços públicos e uma desvalorização do servidor público. 

Se o objetivo do governo é arrecadar mais. Com certeza não será com a retirada de direitos conquistados com muita luta e esforço dos movimentos sociais e que garantiram a qualidade, transparência e confiabilidade dos serviços prestados.  

Culpar o déficit do Estado devido aos salários dos servidores públicos é desonesto. Um país que deixa grandes fortunas e dividendos livres de impostos não está promovendo uma reforma, está aprofundando a política de desmonte do Estado, congelamento dos salários, acabando com a estabilidade e com o concurso público e desvalorizando o servidor público. Nenhuma destas opções irá alavancar a economia.

Estas medidas não incluem os servidores do legislativo, judiciário e militar, que possuem os ‘altos salários’ e abre espaço para irregularidades, apadrinhamento e medidas prejudiciais à população brasileira.


Disponível em <https://sindifes.org.br/sindifes-criara-grupo-de-trabalho-para-fiscalizar-medidas-de-seguranca-para-retorno-do-trabalho-presencial-no-cefet-mg/> Acesso: 22/10/2021 às 20:10